quarta-feira, 24 de junho de 2015

AULA- 20/05 /2015- RETORNAMOS DO ESTÁGIO- a professora fez algumas considerações e entregou alguns textos para que fosse analisados, digitalizado e enviado.
   A professora Gina Abordou a questão do PCN- Segundo os PCNs a favor da Avaliação Formativa  pesam alguns argumentos:  
               1. O grande números de alunos por sala
           2. A preocupação de muitos educadores em centrar a aprendizagem na gramática normativa,em processos puramente metalinguísticos baseados exclusivamente na  língua escrita.
               3..A carência de docentes  de línguas estrangeiras modernas com formação adequada para desenvolver tanto o ensino baseado em competências como a avaliação formativa é outro fator complicador. 
Texto: Língua Estrangeira Moderna 






Analisados pelos alunos:  

  • Caroline Lima
  • Giselle Alencar
  • Joelma Santos
  • Márcio Pereira      
                                                                                                                                                        SELEÇÃO DE CONTEÚDOS EM LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA


        Deve ser feita de modo a contemplar a diversa heterogeneidade dos alunos e favorecer o aprendizado da língua, apesar da pequena carga horária semanal e os diversos níveis de conhecimento da língua dentro dessa heterogeneidade. Recomenda-se que essa ação seja feita, principalmente, pela leitura e interpretação de textos, para que o ensino da língua seja contextualizado.
ESTRUTURA LINGUÍSTICA
     No ensino médio, o aluno deve revisar os tempos verbais para que, no final do 3º ano, este aluno seja capaz de ler e entender os textos que contenham tempos verbais. Os exercícios gramaticais devem se valer a serviço da fixação de aspectos referentes a estrutura linguística. A gramática, porém, não é o foco. Ela deve ser tratada como um meio, uma ponte para a leitura e interpretação de textos.
AQUISIÇÃO DO REPERTÓRIO VOCABULAR
·         Longo período para a aquisição dessa competência.
·       A melhor forma para desenvolver essa competência é através da leitura e uso de expressões cotidianas
·         Uso de associações entre textos
·         Uso de analogias, significações e oposições de palavras
·         Uso de material de apoio, como o dicionário
·       Cada aluno tem seu ritmo, além da divergência do processo de aprendizagem da língua entre crianças e adultos
·         A aprendizagem deve estar vinculada à realidade do aluno, ou seja, contextualizada

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
  Quando o professor explora a diversidade do texto como: publicitário, jornalístico, narrativo, dissertativo, poético literário, cientifico. O aluno observará sua estrutura formal do texto e informal, assim desenvolverá a capacidade de aprender a língua escrita e falada e internalizar o vocábulo, compreensão textual.
 O educador que trabalha com múltiplas leituras começando com o ensino fundamental, desenvolverá no aluno a percepção de estrutura da frase, o termo utilizado naquele contexto e a estrutura textual com sua coerência e coesão, pois a cada contato com a leitura enfatizará essa construção. Sendo que essa leitura tem que ser dinâmica e interdisciplinar.
COMPETÊNCIAS ABRANGENTES A SEREM TRABALHADAS EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
  A fim de se construir a heterogeneidade dos alunos em um curto espaço de tempo, o texto nos apresenta as estratégias fundamentais que aliada a metodologia em sala de aula, facilita o aprendizado.
 A competência comunicativa do aluno precisa estar atrelada a uma frente formada por três temáticas: a estrutura linguística, a aquisição de repertorio vocabular, a leitura e interpretação de texto. Dentro da estrutura linguística o texto precisa ter clareza e coesão, pois, o aluno ao chegar no ensino médio precisara adotar-se dessas estruturas e estratégias de leitura para desenvolver com precisão sua produção textual.
   É a partir do texto, da leitura e da interpretação de texto, que o discente constrói e seleciona-se os conteúdos gramaticais e seus vocábulos a serem praticado em sala de aula. Dentro das competências abrangentes a serem trabalhadas em língua estrangeira, o aluno tem que buscar uma capacidade de entendimento das estruturas gramaticais, bem como analisar seus conteúdos. Onde o mesmo possa distinguir o contexto da linguagem formal e informal, atentando ao vocabulário.
    Além de todos esses recursos aqui apresentados temos também os elementos socioculturais, tecnológicos e sociolinguísticos. Para que seja facilitado o processo interpretativo, desde o enunciado até o contexto final. Sem dúvida alguma não podemos deixar de entender que temos a missão de despertar e desenvolver as habilidades dos alunos dentro do contexto cultural, social e diversificado.
       Percebemos também que o idioma estrangeiro ele é institucionalizado nos espaços educacionais em nosso país, todavia precisa ser mais acessível, por conta de sua importância dentro do âmbito comunicativo e curricular.    
ESTRATÉGIAS PARA A AÇÃO
   O professor, no ensino da língua estrangeira, pode se valer de algumas estratégias para que o ensino seja mais eficiente, como:
·             Contar com o auxílio de monitores, que são alunos em nível mais avançado que possam ajudar os colegas e o próprio professor durante as atividades
·            O aprimoramento da leitura e interpretação de textos variados devem sempre estar vinculados às áreas de interesse dos alunos e, sempre que possível, vinculados a contextos reais dos alunos, ou seja, contextualizados
·     A estrutura linguística ou aprendizado gramatical deve ser utilizado como suporte para a compreensão textual, e não como um fim em si mesmo, embora o aluno tenha que estar habilitado a utilizar os tempos verbais em seus respectivos contextos, por exemplo. Além disso, a língua materna serve como um suporte para o ensino da LEITURA, pois é através de estruturas já conhecidas que o aluno irá desenvolver outras.
·            O uso de técnicas para memorização pode e deve ser usado, desde que seja de forma moderada e que esteja associada ao desenvolvimento de outras competências
·         O ensino deve estar sempre contextualizado e, de preferência, de forma interdisciplinar, ou seja, abordando temas que estejam sendo trabalhados em outras disciplinas/áreas do conhecimento
·            Técnicas de leitura devem envolver atividades de pré-leitura, verificando o conhecimento prévio dos alunos sobre o tema a ser abordado, além de outras estratégias, como o skimming e scanning, ao verificar palavras-chave do texto de modo a ter uma noção do assunto ali abordado
·         Promover atividades orais e escritas que promovam o domínio efetivo das funções comunicativas da língua; como pedir ajuda ou informações, opinar sobre algo, cumprimentar, agradecer, etc.
·         No aprendizado da LEITURA é necessário levar em conta o conhecimento prévio dos alunos, fazendo uma revisão dos aprendizados anteriores de modo a avaliar as competências adquiridas até então
·         Ter em mente que qualidade é melhor que quantidade: os conteúdos devem atender ao público da ação pedagógica, de acordo com suas competências e habilidades, em detrimento da enxurrada de informações, às vezes, nem sempre pertinentes
·         Estimular o registro pelos alunos dos conteúdos vistos em sala, de modo que ele se torne responsável pelo seu próprio aprendizado
·         Se necessário, ajustar sua prática didática, de modo que se adeque aos alunos
·       O grau de dificuldade das propostas deve ser diferente, a fim de desafiar os alunos a superarem obstáculos
·         Levar em consideração os recursos que estão à disposição da escola e do professor, como as TIC’s
·     Utilizar materiais de estímulo à leitura, produção escrita, material ÁUDIO-visual, etc. Além dos recursos ligados à informática, dispor de revistas, jornais, publicidade, embalagens de produtos e outros textos variados
·         Toda a equipe da escola deve reunir-se com periodicidade para planejar estratégias adequadas de ação, tendo em mente que não devem ser modelos engessados, mas sim, passíveis de alterações.
INTERDISCIPLINARIDADE
·         Possibilita a execução das práticas pedagógicas, permitindo tanto o professor quanto o aluno transitarem por outras áreas do conhecimento humano para trazer significações ao conteúdo ministrado em sala.
·          Os tópicos gramaticais devem estar atrelados a textos, informações que o aluno encontre no seu cotidiano, podendo assim fazer inferências, decodificando elementos sintáticos com mais precisão
·        No processo de aprendizagem de uma língua, a interdisciplinaridade amplia o conhecimento do aluno não só nos aspectos gramaticais e comunicativos, mas acrescentam um repertório sobre outras culturas, que o auxiliam a entender melhor as relações humanas.
·            A abordagem metodológica a partir dos elementos multiculturais abre o precedente para um ensino que transporte o professor para além dos conteúdos programáticos, abre as compotas do mundo e suas culturas ao apresentar vários olhares sobre o mundo aos alunos.
·           Emerge pensar de que forma o ensino da língua pode dialogar com outras matérias
·          Deixar aos poucos a teoria se diluir em meio a pratica pedagógica interdisciplinar, favorecendo aos discentes associar o conteúdo aprendido com o próximo a ser ministrado
·         Necessário é, no processo de planejamento, pensar os caminhos que podem ser trilhados a fim de envolver o maior número possível de elementos extralinguísticos que possibilite ao aluno realizar as devidas inferências.


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